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segunda-feira, 30 de abril de 2012

"Mulheres da Terra, tomem de volta seus partos."

É aterrorizante como mecanizamos sentimentos, afetos, laços interpessoais, a natureza externa e a nossa própria também. O nascimento tanto pode ser visto da maneira mais terrível - como mais uma vida caminhando para o fim e nesse ínterim, inúmeras frustrações e angústias - quanto da mais encantadora e extasiante possível. Diante de ambas perspectivas, a mulher representa toda essa força mediadora 'bebê-mundo externo' e muitas vezes não percebe isso devido à própria sombra que a tecnologia produz. Induzem hormônios, injeções, uniformes, ambientes, rituais dispensáveis que desequilibram este momento tão íntimo.
Esse documentário mostra como é possível uma total entrega da mulher no momento do nascimento e o papel imprescindível do seu parceiro e outras pessoas de sua confiança e estima. Mostra a possibilidade de desmecanizar e assumir de cabeça erguida nosso corpo como fonte de prazer e amor.

Palavras não explicariam:

http://laranjapsicodelicafilmes.blogspot.com.br/2012/04/parto-orgasmico-2008.html




"Não existem muitas oportunidades na vida em que você pode dizer ao mundo que você se orgulha de si mesma."


Até então.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Clareia minha vida, amor...


Sem mais promessas, sem mais delongas, sem horas e sem dores.
O coração quer descanso.

Sem pressa, sem demora, sem surpresa, por hora, é só o que peço.
Sem mais fortes emoções ou paixões arrebatadoras, sem graça. 
QUE MARASMO, Deus meu!
Livrai-me de tal calamidade...

terça-feira, 6 de julho de 2010

Por favor, desliguem seus pagers e celulares.

Era só isso que eu queria. Era tudo uma questão de paz e ar fresco. Normalmente eu encontraria isso na praia, mas nem a praia me satisfazia mais. Isso chegou a ser meio preocupante, levando em conta que às vezes me sinto em situações diárias de fugas. Tenho a impressão de que nunca estou satisfeita com nada e fujo. O tédio me acha, eu corro. As pessoas me acham, eu corro. Chegam as preocupações, as contas, até as calorias! E eu fujo, sem perceber. Dou as costas para quase tudo que um dia me tiraria o sono. Descobrir que ver uma criança de seis anos brincando com seus bonecos de plástico ou uma linda menina de cachinhos loiros, olhos bem azuis e uma mãozinha tão delicada e ao mesmo tempo tão forte, capaz de agarrar a sua boneca enquanto tenta não perder o impulso no balanço não tem preço, foi de longe uma das melhores sensações que tive hoje. E só de pensar que muita gente vai embora sem nunca ter percebido isso...dá um nó no coração!
Hoje eu só quero saber de dormir em paz...