as palavras regurgitam quando a cabeça pensa em infinitos porquês e os dedos tão pouco calcularam a questão...
quando o peito dói e os dedos travam.
as palavras devem sair vomitadas quando machuca demais pensar, então é melhor simplesmente escrever...escrever pra passar...
escrevo meio desconexo, meio jogado, vomitado, porque, nesse momento, só sinto que preciso disso e de um café, uma cama, um beco, um canto, um colo(...)
amanhã ainda doerá pra pensar, mais depois nem tanto, e depois menos ainda, então quem sabe, enfim, as palavras se encontrem e se entendam por si só? Sem precisar da minha confusa participação nesse diagrama da mente e também (

