Olha, eu não posso te dizer que vai passar rápido,
nem que um dia vai parar de doer.
Se for.
Posso dizer que, faz tempo, ando sofrendo com você.
Dói em mim também.
Não a mesma dor, mas com o mesmo sentido. Entende?
Sei que entende.
Escuta, eu ainda não posso te dizer que vai passar rápido.
Mas, você percebe que não está lá tudo tão mal?
Posso dizer que está tudo bem em não estar bem.
Em não sentir-se bem, mesmo querendo.
Se liga, não vai passar logo. Aceita uma breja?
"Não é preciso ser assim assado."
Te quiero, cumpa!
Mostrando postagens com marcador mudança. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mudança. Mostrar todas as postagens
sábado, 1 de dezembro de 2012
segunda-feira, 30 de abril de 2012
"Mulheres da Terra, tomem de volta seus partos."
É aterrorizante como mecanizamos sentimentos, afetos, laços interpessoais, a natureza externa e a nossa própria também. O nascimento tanto pode ser visto da maneira mais terrível - como mais uma vida caminhando para o fim e nesse ínterim, inúmeras frustrações e angústias - quanto da mais encantadora e extasiante possível. Diante de ambas perspectivas, a mulher representa toda essa força mediadora 'bebê-mundo externo' e muitas vezes não percebe isso devido à própria sombra que a tecnologia produz. Induzem hormônios, injeções, uniformes, ambientes, rituais dispensáveis que desequilibram este momento tão íntimo.
Esse documentário mostra como é possível uma total entrega da mulher no momento do nascimento e o papel imprescindível do seu parceiro e outras pessoas de sua confiança e estima. Mostra a possibilidade de desmecanizar e assumir de cabeça erguida nosso corpo como fonte de prazer e amor.
Palavras não explicariam:
http://laranjapsicodelicafilmes.blogspot.com.br/2012/04/parto-orgasmico-2008.html
"Não existem muitas oportunidades na vida em que você pode dizer ao mundo que você se orgulha de si mesma."
Até então.
Esse documentário mostra como é possível uma total entrega da mulher no momento do nascimento e o papel imprescindível do seu parceiro e outras pessoas de sua confiança e estima. Mostra a possibilidade de desmecanizar e assumir de cabeça erguida nosso corpo como fonte de prazer e amor.
Palavras não explicariam:
http://laranjapsicodelicafilmes.blogspot.com.br/2012/04/parto-orgasmico-2008.html
"Não existem muitas oportunidades na vida em que você pode dizer ao mundo que você se orgulha de si mesma."
Até então.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
desviando...
É claro que a gente se encontra se perdendo. Tá, tá...é bem verdade e não teria melhor clichê pra descrever esse meu momento. Esse momento só meu, de tanta reviravolta, desconstruções e sensações.
Parece que às vezes as pessoas decidem jogar todos nossos sentimentos num liquidificador e depois de pronto, jogam fora a receita sem nem ao menos nos ensinar! Tenho brincado muito disso nos últimos tempos...e é algo viciante. Me parece que já não acho mais o meu ponto de equilíbrio. Me viciei em desequilibrar, ou pelo menos em buscar quem faça isso por mim. Estar fora de si, fugir para outra realidade, outra dimensão, ou mudar o caminho de todo dia às vezes, mesmo que isso exija mais tempo.
Desviar as rotas da rotina. Até quando?
Parece que às vezes as pessoas decidem jogar todos nossos sentimentos num liquidificador e depois de pronto, jogam fora a receita sem nem ao menos nos ensinar! Tenho brincado muito disso nos últimos tempos...e é algo viciante. Me parece que já não acho mais o meu ponto de equilíbrio. Me viciei em desequilibrar, ou pelo menos em buscar quem faça isso por mim. Estar fora de si, fugir para outra realidade, outra dimensão, ou mudar o caminho de todo dia às vezes, mesmo que isso exija mais tempo.
Desviar as rotas da rotina. Até quando?
quarta-feira, 31 de março de 2010
Time to grow up!
O amadurecimento me causa muito medo. Desde que me mudei para a pequena cidadezinha chamada Assis, não derramei nenhuma lágrima - tirando o dia que vi meus pais voltando para Santos, mas durou uns cinco minutos e pronto. Foi como se nada tivesse acontecido. A segunda vez que as lágrimas caíram foi dentro do ônibus Assis-Santos, pensando que depois de um mês inteiro sem voltar para casa, eu finalmente teria minha cama, minha cidade, minha praia. Mas e daí? Será que seria a mesma coisa? Será que eu conseguiria me REadaptar? A pior coisa dentro disso tudo, é a oscilação entre um costume e outro, uma terra e outra, um certo grupo de pessoas e outro. Coisas tão diferentes que estão em constante desequilíbrio e eu tenho que lutar para permanecer estável nessa gangorra de sentimentos. Quando a "ficha cai" e você percebe que agora não tem mais jeito, que desistir nem passa pela sua cabeça e enfrentar todas as dificuldades é o que você terá que fazer nos próximos cinco anos da sua vida, dá um certo frio na barriga, uma certa interrogação gigante brota na sua mente, mas o resultado vai valer a pena. Eu sei que valerá!
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Changes.
Não entendo porque mudança tem que ser vista por um ângulo tão desfigurado. Viver na mesmice deve ser a coisa mais irritante do mundo! Se não abrirmos novas portas, ficaremos sempre no mesmo cômodo, do mesmo lado que muitos estão. E não queremos isso: ser apenas mais um de um lado do mundo. Queremos ser reconhecidos pelo que somos e fazemos. Por isso, cada dia que passa estou mais certa do que vou fazer com a minha vida nos próximos cinco anos :) Torçam por mim =*
Assinar:
Postagens (Atom)