domingo, 11 de novembro de 2012

só.

Hoje não precisava escrever sobre sentimentos mortos
coisas enterradas
ou trechos de seu alemão ou argentino preferido.

hoje deveria parar de ferver, borbulhar
pensar, pulsar.
hoje, a noite seria distinta
poderia encostar o cabelo
e olhar o teto de tsurus
sem medo do amanhã amanhecendo.

a Segunda poderia esperar
pra bagunçar um pouco mais
todo resto da semana.

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